GESTÃO DE EMPRESAS FAMILIARES E PEQUENAS

GESTÃO DE EMPRESAS FAMILIARES E PEQUENAS

Os empreendedores vivenciam um novo tempo, além das dificuldades normais do mercado, do risco, da dura e impessoal fiscalização dos assuntos legais, fiscais e

tributários, da constante inovação dos sistemas fiscalizadores que os tratam como autênticos “fora da lei”, necessitam descobrir como sobreviver nessa “selva”, por isso resolvi escrever sobre o assunto:

DESAFIOS

O mundo, realmente, se transformou em uma imensa aldeia. Nessa globalização, acentuam-se as incertezas. Esse é, sem dúvida o maior desafio na Gestão de qualquer empreendimento, notadamente os menores.

As respostas de outrora eram menos imediatas e mais duradouras, o que nos dava a certeza do acerto ou do erro, validando as decisões tomadas, fazendo com que os modelos de gestão se perpetuassem.

Hoje a velocidade das mudanças são quase que diárias, exigindo respostas imediatas e complexas, ou seja, nada mais é cartesiano e sim sistêmico, tudo têm um ou mais efeito imediato e mais complexo ainda, portanto, nada é de forma definitiva.

Assim conviver com as constantes mudanças, radicais quase sempre, é o principal desafio da gestão empresarial e, mais ainda nas pequenas e médias empresas - familiares ou não.

O mundo corporativo de hoje, necessita de gestores que inovem e tomem decisões sob a análise de informações reais obtidas de forma sistêmica.

E, isso só se dá com a constante capacitação. Aprender, Aprender e Aprender.

A escola da vida é importante, porém muito cara e dispendiosa, saber entender e valorar o custo de um erro ou do risco envolvido na decisão é de suma importância e pode traduzir a diferença ente o sucesso e o fracasso.

Planejar, Organizar, Dirigir e Controlar

O gestor deve aprender a panejar, organizar, dirigir e controlar em um ambiente onde a única realidade constante é a mudança.

Para tanto deve entender de forma definitiva que, a contabilidade no modelo em que existia há três anos, não existe mais. Sim, eu afirmei três anos.

A contabilidade é a única ferramenta de gestão e controle eficiente, eficaz e prática que existe.

O problema é que apenas o Estado aprendeu isso.

As empresas prestam informações que, ao serem circularizadas, constituem-se, em verdadeiras autuações já prontas.

Assim o controle efetivo deve ser realizado pela própria contabilidade tempestiva.

De posse das informações reais e tempestivas, podemos identificar as oportunidades para planejar, com base em algo novo, inovador. Fazer acontecer realmente o que planejamos, com mensurações corretas, como as que o Estado fará!

Organizar como os dados serão coletados para que se transformem em reais informações, estruturar a empresa e a forma como se geram e processam essas informações e, mais: como serão utilizadas e por quem.

Ao Dirigir uma empresa, devemos abandonar o conceito antigo de “chefe” e substitui-lo pelo conceito de LÍDER INSPIRADOR, direcionando todos ao mesmo objetivo: RESULTADO POSITIVO EM CURTO ESPAÇO DE TEMPO!

E assim, depois, fechar o ciclo, aprendendo com os resultados mensurados pelo sistema de controle: A CONTABILIDADE APLICADA A GESTÃO!

‘’ NÃO, NÃO É. TODO E QUALQUER EMPREENDIMENTO DEVE REALIZAR ESSE MÉTODO DE GESTÃO PARA TER O SUCESSO ESPERADO. EXISTEM VÁRIOS PROFISSIONAIS NO MERCADO PARA AJUDAR NESSE PROPÓSITO.‘’

Para que o gestor possa realizar a gestão dos seus negócios de forma propositiva, há necessidade de capacitar-se nas seguintes competências:

  • A) Além das competências tradicionais, de saber trabalhar em equipe, saber tomar decisões tempestivamente, deve ser RESILIENTE, isto é: ter equilíbrio emocional para lidar com os problemas relacionados com o trabalho em situações adversas e inesperadas, mantendo a capacidade da tomada de decisões para minimizar os problemas que surgem.
  • B) INOVAR, sempre buscar novos caminhos, novas soluções para problemas antigos e sempre com a sua equipe
  • C) LIDERAR: diferentemente de ser chefe, fazer a equipe segui-lo, inspirá-la a criar, fazer o novo de novo e em formato exigido pelo mercado.
  • D) EMPREENDER: O Gestor deve empreender dentro dele, dentro da empresa e fora dela, buscando novas oportunidades de negócios, ou novos processos e otimização do seu custo fixo.
  • E) COMUNICAR: O Gestor deve capacitar-se para uma comunicação clara, simples e objetiva, lembrando a velha máxima: “Quem não se comunica, se estrumbica” (Abelardo Barbosa).
  • F) FLEXIBILIZAÇÃO: Aqui, a aplicação da resiliência, ter “jogo de cintura”, pois a velocidade de mudanças do mundo é muito grande.
  • G) GESTÃO DE MUDANÇAS: Aqui, nova aplicação da resiliência, tornar-se um agente para implementar as alterações necessárias para a transformação da Empresa, para ter foco exclusivo em resultados.

Sei que, nessa altura, pensam: “isso é para empresa grande”: